Pride Bank: banco digital do público LGBTI+

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Pride Bank é o primeiro banco digital mundial focado para o público LGBTI+ (lésbicas, gays, bissexuais, transgêneros, queers, intersexuais e assexuais), além de pioneiro em apresentar um propósito social em sua essência. O Brasil é o país escolhido pra sua primeira sede.

Criado no segundo semestre de 2019, está em função de testes (beta), para convidados. Promete realizar mudanças sociais, inclusive, destinando 5% dos lucros para causas sociais pra comunidade LGBT.

Algumas funcionalidades presentes no aplicativo da empresa: 

  • conta corrente digital;
  • transferências / TEDs;
  • boletos;
  • pagamentos de contas e impostos;
  • cartão de crédito pré-pago.
  • possibilidade de seus correntistas (chamados “priders”) colocarem seus nomes sociais no cartão.

Há ainda a expectativa de que a fintech ofereça, futuramente, planos de saúde específicos pra seus correntistas, como, por exemplo, em relação aos hormônios tomados por pessoas trans.

Índice

Cartão Pride Bank

O cartão é bandeira Mastercard, pode ser usado para realizar pagamento por aproximação.

Possui um belo design, o modelo do mesmo pode, inclusive, ser escolhido pelo prider, sendo que, a princípio, há 4 opções disponibilizadas.

É um pré-pago que estará ligado diretamente à conta do banco digital, debitando diretamente o valor da mesma na hora de transacionar o card, sendo que a compra é feita na função crédito.

Também haverá uma versão virtual do plástico para fornecer mais segurança em compras online.

Pride Bank: banco digital ligado ao Instituto Pride

O Instituto Pride foi o criador do projeto, sendo responsável por receber 5% da renda bruta do banco para reverter parte do lucro em ações que beneficiem a comunidade.

Este age em parceria com o instituto Welight – empresa de tecnologia social que apresenta, em seu site, de maneira aberta e transparente, ações de impacto social e ambiental impulsionadas pela colaboração em rede – como a obtenção de mais de 400.000 litros de água pura para os necessitados do colapso da barragem de Mariana que, em 2015, inundou o Rio Doce com lama tóxica, resultando na pior tragédia ambiental da história do Brasil.

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